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	<title>TRADIÇÕES AÇORIANAS &#187; Espírito Santo</title>
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	<description>TRADIÇÕES AÇORIANAS : EVOLUÇÃO HISTÓRICA</description>
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		<title>Estrutura e características gerais</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 10:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carmen Ponte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caracteristicas]]></category>
		<category><![CDATA[ceptro]]></category>
		<category><![CDATA[dominga]]></category>
		<category><![CDATA[espadim]]></category>
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		<description><![CDATA[A estrutura genérica das festas do Espírito Santo compreende as “Domingas” que têm lugar ao longo de cada uma destas sete semanas, e o Império, que se realiza no domingo de Pentecostes ou da Trindade. Na base tanto das Domingas &#8230; <a href="http://www.tradicoes-acorianas.com/estrutura-e-caracteristicas-gerais/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estrutura genérica das festas do Espírito Santo compreende as “Domingas” que têm lugar ao longo de cada uma destas sete semanas, e o Império, que se realiza no domingo de Pentecostes ou da Trindade. Na base tanto das Domingas como dos Impérios encontra-se uma irmandade conhecida também por confraria, espécie de associação formada por irmãos que todos os anos sorteiam os cargos de mordomos para o ano seguinte. Os mordomos das seis primeiras Domingas, têm o dever de realizarem a sua respectiva coroação ornamentando o melhor quarto da casa que irá receber a coroa e a bandeira do Espírito Santo. Este quarto denominado “quarto do Espírito Santo” é composto por uma decoração de flores naturais e artificiais, verduras, toalhas brancas e sobretudo um altar onde a Coroa é posta no topo com o ceptro. O quarto é iluminado com velas e luzes dando-lhe assim um importante carácter lúdico. É neste quarto que se reza o terço todos os dias à noite e se canta em louvor do Espírito Santo. Após esse cerimonial religioso, sucedem-se as conversas, jogos, brincadeiras e canções de temática profana, muitas delas entoadas pela folia, entidade esta de extrema importância nesta festa e que apresentaremos mais adiante. É de salientar que as Domingas caracterizam-se por uma estrutura particularmente simples, marcada pela ausência de prestações alimentares significativas. Actualmente e após a reza do terço, o mordomo oferece doces e bebidas aos presentes. Para além desses ritos e festejos de características religiosas, destaca-se também a Coroação, cortejo solene em que são conduzidas a Coroa, a Bandeira, a Salva e o Ceptro<a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftn1">[1]</a> do Espírito Santo até à Igreja, onde no termo da missa o imperador ou imperatriz (geralmente uma criança) é coroado pelo padre. Trata-se de uma procissão em que cada personagem assume um papel importante, como é o caso, por exemplo, do “alferes da bandeira” que tem a função principal de levar a bandeira na coroação, ou o “Védor” também conhecido por “pagem da coroa” que é aquele que conduz a coroa para a igreja e que se encarrega do ritual cerimonial de a tirar ou pôr na cabeça do imperador, dando-lhe a beijar o ceptro. No fim da respectiva coroação, o mordomo oferece um lanche informal em sua casa às pessoas que o acompanharam no decurso deste acto processional. Todavia, é na sétima Dominga que a festa do Espírito Santo atinge o seu auge, altura em que o mordomo ou imperador tem a seu cargo, não só a coroação, mas também a organização da despensa, a distribuição das pensões, a função na igreja e o próprio império. O dia do Império que corresponde ao domingo de Pentecostes ou da Trindade, é o ponto culminante dos festejos.</p>
<hr size="1" /><a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftnref1">[1]</a> Na ilha de São Miguel, o Ceptro tem a denominação de “Espadim”.</p>
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		<title>Origem e tempo</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 10:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carmen Ponte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[A origem destas festas é geralmente situada no século XIV em Alenquer e atribuída à Rainha Santa Isabel. Elas difundiram-se amplamente no continente e irradiaram-se para territórios povoados e colonizados pelos portugueses, como é o caso dos Açores. Com base &#8230; <a href="http://www.tradicoes-acorianas.com/435/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A origem destas festas é geralmente situada no século XIV em Alenquer e atribuída à Rainha Santa Isabel. Elas difundiram-se amplamente no continente e irradiaram-se para territórios povoados e colonizados pelos portugueses, como é o caso dos Açores. Com base nos estudos feitos sobre esta festividade nos Açores, ela parece remontar aos tempos iniciais do povoamento deste arquipélago (século XV).<a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftn1">[1]</a> O período consagrado à realização das festas do Espírito Santo, conhecidas também por “Impérios”, estende-se ao longo das sete semanas que medeiam entre o domingo da Páscoa e o domingo da Trindade.</p>
<hr size="1" /><a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftnref1">[1]</a> Cf. João Leal, <em>As Festas do espírito Santo nos Açores : um estudo de antropologia social</em>, Lisboa: Dom Quixote, 1994, 319 p.</p>
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		<title>2004-07-02</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 11:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[século XXI]]></category>

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		<description><![CDATA[2004-07-02 : reintrodução das festas do Espírito Santo em Ponta Delgada, após 20 anos de interrupção Sumário Bibliografia Sumário Em 2004 as festas do espírito Santo são reintroduzidas no calendário das festas da cidade de Ponta Delgada. Elas são organizadas pela &#8230; <a href="http://www.tradicoes-acorianas.com/seculo-xxi-2/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2004-07-02 : reintrodução das festas do Espírito Santo em Ponta Delgada, após 20 anos de interrupção</p>
<ul>
<li> <a href="#2004-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#2004-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="2004-sumario"></a>Sumário</p>
<p>Em 2004 as festas do espírito Santo são reintroduzidas no calendário das festas da cidade de Ponta Delgada. Elas são organizadas pela Câmara Municipal de Ponta Delgada e pelas 22 freguesias deste concelho, onde cada presidente de cada junta de freguesia representa o mordomo, responsável da organização e da realização da festa.</p>
<p>Em Ponta Delgada, a imperatriz  é a presidente da Câmara Municipal desta cidade,  Berta Cabral. Os festejos duram três dias. Desde 2004, as festas do Espírito Santo continuam a serem realizadas na capital da ilha de São Miguel, acolhendo cada vez mais pessoas de toda a ilha, emigrantes e até mesmo turistas.</p>
<p><a name="2004-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>S/N. ‘Festas do Divino regressam 20 anos depois’. Correio dos Açores. 02/07/2004, Ano 85, n° 24747, p. 31.</p>
<p>S/N. Ponta Delgada cheia para as festas do Divino. Correio dos Açores. 09/07/2004, Ano 85, n° 24753, p.29.</p>
<p>S/N. Espírito Santo de Ponta Delgada. Correio dos Açores. 10/07/2004, Ano 85, n° 24754, p. 7.</p>
<p>DIAS, Carla. Festividades “Espírito Santo em Ponta Delgada”. Açoriano Oriental. 11/07/2004, Ano LLXX, n° 15055, p. 8.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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