<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>TRADIÇÕES AÇORIANAS &#187; temas</title>
	<atom:link href="http://www.tradicoes-acorianas.com/category/espirito-santo/temas-espirito-santo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.tradicoes-acorianas.com</link>
	<description>TRADIÇÕES AÇORIANAS : EVOLUÇÃO HISTÓRICA</description>
	<lastBuildDate>Sun, 23 Oct 2022 23:52:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.2</generator>
		<item>
		<title>Estrutura e características gerais</title>
		<link>http://www.tradicoes-acorianas.com/estrutura-e-caracteristicas-gerais/</link>
		<comments>http://www.tradicoes-acorianas.com/estrutura-e-caracteristicas-gerais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 10:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carmen Ponte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caracteristicas]]></category>
		<category><![CDATA[ceptro]]></category>
		<category><![CDATA[dominga]]></category>
		<category><![CDATA[espadim]]></category>
		<category><![CDATA[império]]></category>
		<category><![CDATA[mordomo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tradicoes-acorianas.com/?p=441</guid>
		<description><![CDATA[A estrutura genérica das festas do Espírito Santo compreende as “Domingas” que têm lugar ao longo de cada uma destas sete semanas, e o Império, que se realiza no domingo de Pentecostes ou da Trindade. Na base tanto das Domingas &#8230; <a href="http://www.tradicoes-acorianas.com/estrutura-e-caracteristicas-gerais/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estrutura genérica das festas do Espírito Santo compreende as “Domingas” que têm lugar ao longo de cada uma destas sete semanas, e o Império, que se realiza no domingo de Pentecostes ou da Trindade. Na base tanto das Domingas como dos Impérios encontra-se uma irmandade conhecida também por confraria, espécie de associação formada por irmãos que todos os anos sorteiam os cargos de mordomos para o ano seguinte. Os mordomos das seis primeiras Domingas, têm o dever de realizarem a sua respectiva coroação ornamentando o melhor quarto da casa que irá receber a coroa e a bandeira do Espírito Santo. Este quarto denominado “quarto do Espírito Santo” é composto por uma decoração de flores naturais e artificiais, verduras, toalhas brancas e sobretudo um altar onde a Coroa é posta no topo com o ceptro. O quarto é iluminado com velas e luzes dando-lhe assim um importante carácter lúdico. É neste quarto que se reza o terço todos os dias à noite e se canta em louvor do Espírito Santo. Após esse cerimonial religioso, sucedem-se as conversas, jogos, brincadeiras e canções de temática profana, muitas delas entoadas pela folia, entidade esta de extrema importância nesta festa e que apresentaremos mais adiante. É de salientar que as Domingas caracterizam-se por uma estrutura particularmente simples, marcada pela ausência de prestações alimentares significativas. Actualmente e após a reza do terço, o mordomo oferece doces e bebidas aos presentes. Para além desses ritos e festejos de características religiosas, destaca-se também a Coroação, cortejo solene em que são conduzidas a Coroa, a Bandeira, a Salva e o Ceptro<a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftn1">[1]</a> do Espírito Santo até à Igreja, onde no termo da missa o imperador ou imperatriz (geralmente uma criança) é coroado pelo padre. Trata-se de uma procissão em que cada personagem assume um papel importante, como é o caso, por exemplo, do “alferes da bandeira” que tem a função principal de levar a bandeira na coroação, ou o “Védor” também conhecido por “pagem da coroa” que é aquele que conduz a coroa para a igreja e que se encarrega do ritual cerimonial de a tirar ou pôr na cabeça do imperador, dando-lhe a beijar o ceptro. No fim da respectiva coroação, o mordomo oferece um lanche informal em sua casa às pessoas que o acompanharam no decurso deste acto processional. Todavia, é na sétima Dominga que a festa do Espírito Santo atinge o seu auge, altura em que o mordomo ou imperador tem a seu cargo, não só a coroação, mas também a organização da despensa, a distribuição das pensões, a função na igreja e o próprio império. O dia do Império que corresponde ao domingo de Pentecostes ou da Trindade, é o ponto culminante dos festejos.</p>
<hr size="1" /><a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftnref1">[1]</a> Na ilha de São Miguel, o Ceptro tem a denominação de “Espadim”.</p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tradicoes-acorianas.com/estrutura-e-caracteristicas-gerais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Origem e tempo</title>
		<link>http://www.tradicoes-acorianas.com/435/</link>
		<comments>http://www.tradicoes-acorianas.com/435/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 10:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carmen Ponte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tempo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tradicoes-acorianas.com/?p=435</guid>
		<description><![CDATA[A origem destas festas é geralmente situada no século XIV em Alenquer e atribuída à Rainha Santa Isabel. Elas difundiram-se amplamente no continente e irradiaram-se para territórios povoados e colonizados pelos portugueses, como é o caso dos Açores. Com base &#8230; <a href="http://www.tradicoes-acorianas.com/435/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A origem destas festas é geralmente situada no século XIV em Alenquer e atribuída à Rainha Santa Isabel. Elas difundiram-se amplamente no continente e irradiaram-se para territórios povoados e colonizados pelos portugueses, como é o caso dos Açores. Com base nos estudos feitos sobre esta festividade nos Açores, ela parece remontar aos tempos iniciais do povoamento deste arquipélago (século XV).<a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftn1">[1]</a> O período consagrado à realização das festas do Espírito Santo, conhecidas também por “Impérios”, estende-se ao longo das sete semanas que medeiam entre o domingo da Páscoa e o domingo da Trindade.</p>
<hr size="1" /><a href="file:///C:/Users/Carmen/Desktop/coloque%20octobre%20crla/ARTIGO/Artigo_saberes_sabores_Carmen_Ponte.doc#_ftnref1">[1]</a> Cf. João Leal, <em>As Festas do espírito Santo nos Açores : um estudo de antropologia social</em>, Lisboa: Dom Quixote, 1994, 319 p.</p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tradicoes-acorianas.com/435/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
