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	<title>TRADIÇÕES AÇORIANAS &#187; Non classé</title>
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	<description>TRADIÇÕES AÇORIANAS : EVOLUÇÃO HISTÓRICA</description>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 15:34:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fenómeno jhy hgjhgjhgAinda nesta perspectiva e relativamente ao debate da problemática entre os conceitos de tradição-inovação e identidade, é de salientar que tem-se assistido, nos últimos anos e um pouco por todo o lado, a um fenómeno cultural que releva &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/360/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><a href="#fenomeno">Fenómeno</a></h4>
<p>jhy</p>
<p>hgjhgjhgAinda nesta perspectiva e relativamente ao debate da problemática entre os conceitos de tradição-inovação e identidade, é de salientar que tem-se assistido, nos últimos anos e um pouco por todo o lado, a um</p>
<p><a name="fenomeno"></a>fenómeno cultural que releva interesse em estudá-lo e comprendê-lo : o da criação, recriação, reutilização e até mesmo ao que podemos chamar de apropriação de tradições.</p>
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		<title>1958-01-30</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Non classé]]></category>
		<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XX]]></category>

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		<description><![CDATA[1958-01-30 : entrega da Regra intitulada “Como cantam e rezam os Romeiros na Ilha de S. Miguel” ao bispo Dom Manuel Afonso de Carvalho da diocese de Angra Sumário Bibliografia Sumário Na carta datada de 07 de Setembro de 1958, &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1958-01-30/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1958-01-30 : entrega da Regra intitulada “Como cantam e rezam os Romeiros na Ilha de S. Miguel” ao bispo Dom Manuel Afonso de Carvalho da diocese de Angra</p>
<ul>
<li><a href="#1958-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1958-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1958-sumario"></a>Sumário</p>
<p>Na carta datada de 07 de Setembro de 1958, Laurénio Fernandes comunica que a Regra foi enviada no dia 30 de Janeiro de 1958 ao bispo Dom Manuel Afonso de Carvalho.</p>
<p>Esta Regra foi um projecto do regulamento oficial, apresentado em 1958 à diocese dos Açores para aprovação. Ela foi redigida em 1956 por Laurénio Fernandes.</p>
<p>A Regra, texto dactilografado com um total de 36 páginas, divide-se em três partes principais.  Há uma página de abertura, apresentando alguns traços históricos das romarias. De seguida o conteúdo da Regra propriamente dita é constituido por 37 pontos ou artigos diferentes1, incluindo algumas fotos do rancho de romeiros dos Arrifes. E para terminar, um apêndice que contém algumas particularidades.  A capa contém o título Como cantam e rezam os Romeiros na Ilha de S. Miguel e o nome do autor, Laurénio Fernandes. O livro começa por um texto intitulado ‘Protestação’, no qual o autor explica as razões que lhe levaram a redigir este regulamento. Este texto informa igualmente que esta Regra foi compilada numa linguagem simples e próxima do sentir popular, rejeitando a presença de uma linguagem técnica. A página seguinte à ‘Protestação’ é dedicada aos agradecimentos a duas pessoas que colaboraram na revisão e dactilografia do livro.</p>
<p>Os 37 pontos ou artigos descritos na Regra são os seguintes :</p>
<p>I. Do qual o caminho a seguir para se ser Romeiro</p>
<p>II. Das qualidades que deve ter o Romeiro</p>
<p>III. Do uniforme do Romeiro</p>
<p>IV. Do Mestre</p>
<p>V. Do Procurador das Almas</p>
<p>VI. Dos Guias</p>
<p>VII. Dos oradores de 1.a classe</p>
<p>VIII. Dos oradores de 2.a e 3.a classe</p>
<p>IX. De como os Romeiros devem comungar todos os dias e assistir à missa</p>
<p>X. Inexistente do título e conteúdo na cópia</p>
<p>XI. De como o Romeiro deve manter-se em estado de pureza durante a peregrinação</p>
<p>XII. Das orações obrigatórias do Romeiro</p>
<p>XIII. O jejum do Romeiro</p>
<p>XIV. Das ofertas a pagar nas igrejas</p>
<p>XV. Do auxílio aos indigentes</p>
<p>A) De como se faz penitência, subvencionando um Romeiro</p>
<p>XVI. Do Irmão extremamente pobre</p>
<p>XVII. Da bebida e do fumo</p>
<p>A) De como o Mestre encarrega dois Irmãos de munirem o Rancho com o necessário a uma frugal alimentação</p>
<p>B) De como o Romeiro se encontra com sua família</p>
<p>C) De como se procede com o Irmão ao encontro de quem não vai a família, por motivo de pobreza</p>
<p>XVIII. Do Romeiro que, por razões graves, não pode encorporar-se no Rancho, no dia da saída, mas que depois lhe vai ao encontro</p>
<p>A) De como devem os romeiros entrar e sair nas igrejas e de como devem respeitar os respectivos Párocos</p>
<p>XIX. Do Romeiro que tem de abandonar o Rancho por motivo grave, que não o da expulsão</p>
<p>XX. De como se deve portar o Romeiro dentro das freguesias</p>
<p>XXI. De como procede o Romeiro nos escampados</p>
<p>A) De como os Romeiros prestam comevedora homenagem ao Irmão tombado em Março de 1854</p>
<p>B) De como se procede, ao encontrarem-se dois ranchos de romeiros</p>
<p>C) De como comungam os Romeiros todos os dias</p>
<p>D) Inexistente na cópia (no corpus desta cópia, falta uma página que devia corresponder provavelmente ao ponto D)</p>
<p>E) De como é dirigida a oração ao orago dum templo distante do povoado</p>
<p>XXII. De como o mestre faz a paz entre os Irmãos que, ao iniciarem a viagem, estavam desavençados</p>
<p>XXIII. Do Romeiro expulso</p>
<p>XXIV. Nenhum Romeiro pode intrometer-se nas admoestações do Mestre</p>
<p>XXV. Do descanso do Romeiro</p>
<p>XXVI. De como se fazem colectas para algumas despesas</p>
<p>XXVII. Da pernoita</p>
<p>XXVIII. De como o Romeiro se deve portar na casa onde dorme</p>
<p>XXIX. De como são acordados os Romeiros, de manhã, ou chamados à continuação da penitência</p>
<p>XXX. Do Romeiro que, de manhã, não foi pontual</p>
<p>XXXI. Do Romeiro que adoece</p>
<p>XXXII. De como proceder em ocasião de chuva</p>
<p>XXXIII. Do modo como se deve beber água</p>
<p>XXXIV. De como se pode aceitar vinho oferecido</p>
<p>XXXV. De como o Romeiro entra na sua freguesia, depois da viagem</p>
<p>XXXVI. De como deve proceder o Romeiro, pela vida fora, com o Mestre, o Procurador das Almas e seus Irmãos</p>
<p>XXXVII. Dos motivos por que a mulher não poderá ser Romeiro</p>
<p>1A cópia da Regra « Como cantam e rezam os Romeiros na ilha de S. Miguel » em nossa posse apresenta certas passagens ilegíveisque foram certamente cortadas durante a reprodução em fotocópias.</p>
<p><a name="1958-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>FERNANDES, Laurénio. Como cantam e rezam os Romeiros na ilha de S. Miguel. 36 p.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
<p>Insérer annexe 67</p>
<p>Como Cantam e Rezam os Romeiros na Ilha de S. Miguel (Regra)</p>
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