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	<title>TRADIÇÕES AÇORIANAS &#187; Romeiros de São Miguel</title>
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	<description>TRADIÇÕES AÇORIANAS : EVOLUÇÃO HISTÓRICA</description>
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		<title>Normas</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 14:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda nesta perspectiva e relativamente ao debate da problemática entre os conceitos de tradição-inovação e identidade, é de salientar que tem-se assistido, nos últimos anos e um pouco por todo o lado, a um fenómeno cultural que releva interesse em &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/normas/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda nesta perspectiva e relativamente ao debate da problemática entre os conceitos de tradição-inovação e identidade, é de salientar que tem-se assistido, nos últimos anos e um pouco por todo o lado, a um fenómeno cultural que releva interesse em estudá-lo e comprendê-lo : o da criação, recriação, reutilização e até mesmo ao que podemos chamar de apropriação de tradições.</p>
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		<title>1522-10-22</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XVI]]></category>

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		<description><![CDATA[1522-10-22 : subversão de Vila Franca do Campo (tremor de terra) da ilha de São Miguel, causando o soterramento da maior parte da vila, então capital de São Miguel e provocando a morte a alguns milhares de pessoas. O sismo &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1522-10-22/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1522-10-22 : subversão de Vila Franca do Campo (tremor de terra) da ilha de São Miguel, causando o soterramento da maior parte da vila, então capital de São Miguel e provocando a morte a alguns milhares de pessoas. O sismo causou ainda danos e mortes mortes em muitas outras povoações de São Miguel.</p>
<ul>
<li><a href="#1522-sumario"><strong>Sumário</strong></a></li>
<li><a href="#1522-bibliografia"><strong> </strong><strong>Bibliografia</strong></a></li>
</ul>
<p><strong><a name="1522-sumario"></a>Sumário</strong></p>
<p>O tremor de terra de 1522 deu origem a procissões realizadas todas as quartas-feiras, à noite ou de madrugada na ermida de Nossa Senhora do Rosário construída em memória da catástrofe. A devoção à Nossa Senhora do rosário é o fundamento principal destas procissões. Alguns anos mais tarde, essas procissões foram realizadas anualmente, durante o dia.</p>
<p>Esta tragédia de Vila Franca inspirou muitos escritos e pelo menos um romance de raíz oral intitulado De um Romance que se fez de algumas mágoas e perdas que causou este tremor em Vila Franca do Campo e em toda a Ilha. Este romance encontra-se registado no capítulo LXXIII do volume II do livro IV de Saudades da Terra de Gaspar Frutuoso e em Cantos Populares do Arquipélago Açoriano de Teófilo Braga.</p>
<p><strong><a name="1522-bibliografia"></a>Bibliografia</strong></p>
<p>Tremor de terra de 1522:</p>
<p>FRUTUOSO, Gaspar. Saudades da Terra. Livro IV, vol. II. Ponta Delgada : Edição do Instituto Cultural de Ponta Delgada, 1981.pp. 291-311</p>
<p>MALDONADO, Pe Manuel Luís. Fénix Angrense. vol. II, Angra do Heroísmo : Instituto Histórico da Ilha Terceira, 1990. pp. 124-129</p>
<p>Romance histórico:</p>
<p>BRAGA, Teófilo. Cantos Populares do Arquipélago Açoriano. Ponta Delgada : Direcção Regional dos Assuntos Culturais da Secretaria de Estado da Educação e Cultura do Governo dos Açores, Ponta Delgada, Universidade dos Açores, 1982. pp 335-345.</p>
<p>FRUTUOSO, Gaspar. Saudades da Terra. Livro IV, vol. II. Ponta Delgada : Edição do Instituto Cultural de Ponta Delgada, 1981.pp. 319-327</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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		<title>1650-00-00</title>
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		<comments>https://www.tradicoes-acorianas.com/1650-00-00/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XVII]]></category>

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		<description><![CDATA[1650-00-00 : Origem da devoção que tem os moradores desta ilha em visitar as Cazas de Nossa Senhora Sumário Bibliografia Sumário O manuscrito intitulado Creação e Progresso da Congregação Heremitica dos Padres e Irmãos do Valle das Furnas da Ilha &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1650-00-00/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1650-00-00 : Origem da devoção que tem os moradores desta ilha em visitar as Cazas de Nossa Senhora</p>
<ul>
<li><a href="#1650-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1650-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1650-sumario"></a>Sumário</p>
<p>O manuscrito intitulado Creação e Progresso da Congregação Heremitica dos Padres e Irmãos do Valle das Furnas da Ilha de Sam Miguel escravos heremittas de Nossa Senhora da Consolação que depois com a imagem da mesma e por cauza do fogo vierão habitar em Val de Cabassos valle da Piedade na hermida de Nossa Senhora da Conceipção na costa da dita Ilha yunto ao porto da villa de Agoa de Pao e redigido em 1665 pelo padre Manoel da Purificação (160?-1678), ministro da Congregação dos eremitas narra de uma maneira geral a vida dos ermitas na ilha e descreve as romarias feitas pelos habitantes da mesma. O capítulo 35, intitulado De como os sinco heremitas continuarão na ermida de N. Sra da Conceipção no Valle da Piedade de Val de Cabassos ate o anno de 650 e o fructo que fizerão apresenta elementos e detalhes referentes à devoção de visitar as Casas de Nossa Senhora da ilha, fundamento principal da prática dos Romeiros de São Miguel.</p>
<p>É interessante notar que na margem esquerda da primeira página deste capítulo foram acrescentados (a caligrafia é diferente da do texto principal, mas com muitas semelhanças à escrita de um dos continuadores – provavelmente o ministro Francisco Pacheco de Santa Ana &#8211; deste manuscrito.) dois elementos. Há uma data : o ano de 1650, que corresponde ao último ano de ermitagem dos eremitas no na ermida de N. Sra. da Conceição do Vale de Cabaços em Água de Pau. De seguida, há uma nota ou título: Origem da devoção que tem os moradores desta Ilha em vizitar as Cazas de Nossa Senhora e que dá a impressão que o autor desta nota associa a origem da devoção às Casas de Nossa Senhora à catástrofe – tremores de terra e erupções vulcânicas &#8211; de 1630. No texto principal são descritas algumas das características inerentes a estas romarias, cujo principal objectivo era o de visitar as casas de N. Sra. da ilha, que no ano de 1650 eram 71. De seguida, o autor refere que homens, mulheres e até mesmo crianças participavam nestas romarias, o que deixa transparecer que, nesta época, esta prática era mixta. Os romeiros percorriam a ilha descalços. Eram romarias que duravam vários dias e se relaizavam durante o dia e a noite. No entanto, era durante o verão que havia um número bastante significativo de romeiros. Os participantes eram sobretudo pessoas do meio rural.</p>
<p>Relativamente a esta devoção, o padre António da Assumpção (1610-1680), eremita da congregação escreveu, na fase final da sua vida, um manuscrito, considerado hoje como desaparecido, intitulado Peregrinação que costumam fazer os moradores desta ilha de Sam Miguel visitando as Igrejas de Nossa Senhora. Este título confirma, uma vez mais, a existência das romarias com a devoção de visitar as casas de Nossa Senhora.</p>
<p><a name="1650-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>PURIFICAÇÃO, Manoel da. Congregação dos Eremitas de Nossa Senhora da Consolação, Vale das Furnas : principios […]. In Fundo Ernesto do Canto (série manuscrita). 1 vol., n°44, 1665. pp. 152-153.</p>
<p>MACHADO, Diogo Barbosa. Bibliotheca lusitana : história, crítica e cronologia. Tomo I,  Coimbra : Atlântida Editora, 1965. p. 328.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
<p>Insérer Annexe 1</p>
<p>Capitulo 35 : De como os sinco heremitas continuarão na ermida de N. Sra da Conceipção no Valle da Piedade de Val de Cabassos ate o anno de 650 e o fructo que fizerão</p>
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		<title>1640-00-00</title>
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		<comments>https://www.tradicoes-acorianas.com/1640-00-00/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XVII]]></category>

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		<description><![CDATA[1640-00-00 : Procissão em memória à catástrofe de 1522 Sumário Bibliografia Sumário Em 1640, a procissão, em memória à catastrofe de 1522, continuava a realizar-se em Vila Franca do Campo, mas não com tanta perfeição como em 1622. Bibliografia CHAGAS, &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1640-00-00/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1640-00-00 : Procissão em memória à catástrofe de 1522</p>
<ul>
<li><a href="#1640-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1640-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1640-sumario"></a>Sumário</p>
<p>Em 1640, a procissão, em memória à catastrofe de 1522, continuava a realizar-se em Vila Franca do Campo, mas não com tanta perfeição como em 1622.</p>
<p><a name="1640-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>CHAGAS, Frei Diogo das. Espelho Cristalino em Jardim de várias flores. Ponta Delgada : Secretaria Regional da Educação e Cultura, Direcção Regional dos Assuntos Culturais e da Universidade dos Açores, Centro de Estudos Gaspar Frutuoso, 1989. p.196</p>
<p>Imagens / Texto</p>
<p>______________________________________</p>
<p>Em 1640, a procissão, em memória à catastrofe de 1522, continuava a realizar-se em Vila Franca do Campo, mas não com tanta perfeição como em 1622.</p>
<p><a href="http://www.grandabraco.com/tradition/wp-content/uploads/2010/11/P1050566.jpg" rel="lightbox[336]" title="P1050566"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-358" title="P1050566" src="http://www.grandabraco.com/tradition/wp-content/uploads/2010/11/P1050566-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Bibliografia</p>
<p>CHAGAS, Frei Diogo das. Espelho Cristalino em Jardim de várias flores. Ponta Delgada : Secretaria Regional da Educação e Cultura, Direcção Regional dos Assuntos Culturais e da Universidade dos Açores, Centro de Estudos Gaspar Frutuoso, 1989. p.196</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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		<title>1630-09-02</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XVII]]></category>

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		<description><![CDATA[1630-09-02 : Tremores de terra e erupção vulcânica das Furnas, ilha de São Miguel que causou danos materiais e humanos. Foi chamado o « Ano da Cinza », pois a nuvem de cinza foi tão densa que foram necessárias tochas &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1630-09-02/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1630-09-02 : Tremores de terra e erupção vulcânica das Furnas, ilha de São Miguel que causou danos materiais e humanos. Foi chamado o « Ano da Cinza », pois a nuvem de cinza foi tão densa que foram necessárias tochas durante o dia e em todas as ilhas ficou a vegetação recoberta de cinza.</p>
<ul>
<li><a href="#1630-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1630-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1630-sumario"></a>Sumário</p>
<p>Durante toda esta crise de tremores de terra (durante todo o mês de Setembro e início de Outubro) foram realizadas várias procissões em toda a ilha.</p>
<p>O Frei Agostinho Monte Alverne, na sua obra Crónicas da Província de S. João Evangelista das Ilhas dos Açores (Vol. II) ao referir-se à erupção vulcânica de 1630 que destruiu as Furnas explica que os ermitas que habitavam na ermida de Nossa Senhora da Consolação no chamado Vale das Furnas foram obrigados a deixar o dito lugar e mudarem-se para a ermida de Nossa Senhora da Conceição, Val de Cabaços, em Água de Pau. Neste contexto, ele fala da existência de uma penitência realizada pelos moradores da ilha, a de correr as casas de Nossa Senhora da ilha a pé e descalços, de dia e de noite. Também indica o número de casas de N. Sra visitadas pelos romeiros, no ano de 1635 visitavam 61 Casas, incluindo a do Val de Cabaços para pernoitar.</p>
<p><a name="1630-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>Erupção de 1630:</p>
<p>CHAGAS, Frei Diogo das. Espelho Cristalino em Jardim de várias flores. Ponta Delgada : Secretaria Regional da Educação e Cultura, Direcção Regional dos Assuntos Culturais e da Universidade dos Açores, Centro de Estudos Gaspar Frutuoso, 1989. p.197</p>
<p>CORDEIRO, Pe António. História Insulana das ilhas a Portugal sugeytas no Oceano Occidental. Lisboa : Região Autónoma dos Açores, Secretaria Regional da Educação e Cultura, Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1981. p. 164-166</p>
<p>GONÇALVES, Padre Manoel. Lembrança á cerca d’esta erupção feita pelo P.e Manoel Gonçalves. Jesuita, do Collegio de Ponta Delgada. In Arquivo dos Açores. Vol. II, Ponta Delgada : Instituto Universitário dos Açores, 1980. pp ; 537-538 ; 545.</p>
<p>MONTE ALVERNE, Frei Agostinho. Crónicas da Provincia de S. João Evangelista das Ilhas dos Açores. vol. II, Ponta Delgada : Edição do Instituto Cultural de Ponta Delgada, 1961. p. 291.</p>
<p>MALDONADO, Pe Manuel Luís. Fénix Angrense. Vol. II. Angra do Heroísmo : Instituto Histórico da Ilha Terceira, 1990. p. 129</p>
<p>Romarias:</p>
<p>MONTE ALVERNE, Frei Agostinho. Crónicas da Provincia de S. João Evangelista das Ilhas dos Açores. vol. II, Ponta Delgada : Edição do Instituto Cultural de Ponta Delgada, 1961. pp. 372-373.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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		<title>1743-09-16</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XVIII]]></category>

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		<description><![CDATA[1743-09-16 : proibição, por parte da hierarquia eclesiástica, das romarias Sumário Bibliografia Sumário A visita pastoral datada de 16 de Setembro de 1743 à igreja de S. Pedro de Nordeste revela a insistência, por parte da autoridade eclesiástica, da proibição &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1743-09-16/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1743-09-16 : proibição, por parte da hierarquia eclesiástica, das romarias</p>
<ul>
<li><a href="#1743-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1743-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1743-sumario"></a>Sumário</p>
<p>A visita pastoral datada de 16 de Setembro de 1743 à igreja de S. Pedro de Nordeste revela a insistência, por parte da autoridade eclesiástica, da proibição completa das romarias. O texto mostra que, apesar da proibição feita a 1705, os habitantes da ilha continuavam a praticar esta devoção eplo menos até 1743. Provavelmente que esta resistência tenha continuado ao longo dos anos, como aconteceu com outras manifestações (festas do Espírito Santo)e o que leva a sugerir que por esta razão as romarias continuaram a ser realizadas de forma autónoma e popular, fora do contexto religioso, dito oficial e institucionalizado, mas mais próximo da religiosidade popular.</p>
<p><a name="1743-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>FUNDO JOSÉ DE TORRES. Visitas pastorais à igreja de S. Pedro de Nordeste, desde Maio de 1693 até Novembro de 1811. In Variedades Açorianas. [série manuscrita]. tomo III, 16/09/1743, fls. 140-141.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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		<title>1707-06-30</title>
		<link>https://www.tradicoes-acorianas.com/1707-06-30/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:22:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XVIII]]></category>

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		<description><![CDATA[1707-06-30 : proibição, por parte da hierarquia eclesiástica, de elementos praticados nas romarias : bailes, utilização de instrumentos de música e participação femininna Sumário Bibliografia Sumário O livro de visitas da paróquia de Nossa Senhora do Rosário (1600-1743) apresenta uma &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1707-06-30/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1707-06-30 : proibição, por parte da hierarquia eclesiástica, de elementos praticados nas romarias : bailes, utilização de instrumentos de música e participação femininna</p>
<ul>
<li><a href="#1707-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1707-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1707-sumario"></a>Sumário</p>
<p>O livro de visitas da paróquia de Nossa Senhora do Rosário (1600-1743) apresenta uma visita feita em 1707 que condena e proíbe alguns elementos existentes nas romarias que têm por devoção a visita às casas de Nossa Senhora da ilha.</p>
<p>No capítulo quarto, o Visitador, começa por descrever alguns costumes e usos de carácter lúdico e festivo: a existência de bailes durante as romarias, a presença de instrumentos de música (guitarra) e a participação da mulher. Ele caracteriza-os de indecentes e indecorosos.</p>
<p>Neste capítulo são apresentados outros elementos referentes a esta prática : os fregueses desta paróquia fazem as ditas romarias visitando as casa de Nossa Senhora e também os diversos santos da ilha ; a pernoita é feita em casas de romagens e ermidas.</p>
<p>A segunda parte deste capítulo refere-se à proibição da  participação da mulher nas romarias. O Visitador ordena para que o poder masculino – os maridos, os pais, os irmãos e os tios – intervenha no impedimento desta participação feminina.</p>
<p>A terceira parte é dirigida aos padres com o dever de lerem estas ordens todos os meses e sobretudo no período em que se realizam as ditas romarias. A vigilância em relação aos transgressores e os respectivos castigos são aspectos realçados nesta parte.</p>
<p>É importante salientar que este texto repete-se em muitas das visitas partorais que datam de 1705 e 1707 feitas às várias paróquias da ilha : paróquia de São Miguel Arcanjo de Vila Franca do Campo; paróquia de S. Pedro de Nordeste; paróquia matriz de S. Jorge em Nordeste; paróquia de Nossa Senhora da Graça no Faial da Terra; matriz de São Sebastião de Ponta Delgada.</p>
<p><a name="1707-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>A.P. de Nossa Senhora do Rosário, Livro de Visitas (1600-1743), 30/06/1707, fls. 102-103.</p>
<p>A.P.I. São Miguel Arcanjo de Vila Franca do Campo. Livro de Visitas (1674-1770) . Vila Franca do Campo, 30/07/1705, fls. 73-74.</p>
<p>FUNDO JOSÉ DE TORRES. Visitas pastorais à igreja de S. Pedro de Nordeste, desde Maio de 1693 até Novembro de 1811. In Variedades Açorianas. [série manuscrita]. tomo III, 22/09/1705, fl. 124.</p>
<p>FUNDO JOSÉ DE TORRES. Advertências Pastorais : Visitas à Matriz de S. Jorge em Nordeste, de Setembro de 1705 a Outubro de 1811. In Variedades Açorianas [série manuscrita]. tomo III, 18/09/1705, fl. 68.</p>
<p>Para a visita pastoral de Nossa Senhora da Graça do Faial da Terra cf. COSTA, Susana Goulart. Visitas Pastorais na Paróquia do Faial da Terra: apontamentos para o estudo das religiosidades de Antigo Regime: 1698-1765. Arquipélago, 1999, 2a série, vol. III, Ponta Delgada : Universidade dos Açores, pp. 84-85.</p>
<p>Para a visita pastoral feita à matriz de São Sebastião de Ponta Delgada cf. ENES, Maria Fernanda Dinis Teixeira. As Visitas Pastorais da Matriz de São Sebastião de Ponta Delgada (1674-1739). Ponta Delgada : Secretaria Regional de Educação e Cultura, Universidade dos Açores, Ponta Delgada,  1987. p. 187.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
<p>Insérer doc 1</p>
<p>Visita pastoral da paróquia de S. Jorge, Nordeste (18/09/1705), fl. 68</p>
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		<title>1851-1863</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:20:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[1851-1863 : proibição da passagem dos Romeiros em Ponta Delgada Sumário Bibliografia Sumário: O artigo intitulado “Nota Histórica Os Romeiros” do jornal A Crença publicado em 1926 e redigido pelo padre João José Tavares informa que o governador civil Félix &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1851-1863/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1851-1863 : proibição da passagem dos Romeiros em Ponta Delgada</p>
<ul>
<li><a href="#1851-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1851-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1851-sumario"></a>Sumário:</p>
<p>O artigo intitulado “Nota Histórica Os Romeiros” do jornal A Crença publicado em 1926 e redigido pelo padre João José Tavares informa que o governador civil Félix Borges de Medeiros (1851-1863) proibíu a passagem dos Romeiros por Ponta Delgada.</p>
<p><a name="1851-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>TAVARES, Padre João José. Nota Histórica Os Romeiros. A Crença, 21/03/1926, Ano XI, n° 493, Vila Franca do Campo, p. 3.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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		<title>1839-03-08</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[1839-03-08 : proibição da prática Romeiros de São Miguel pelo Administrador Geral do distrito de Ponta Delgada Sumário Bibliografia Sumário A prática Romeiros de São Miguel foi proibida em 1839 pelo Administrador Geral do distrito de Ponta Delgada O número &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1839-03-08/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1839-03-08 : proibição da prática Romeiros de São Miguel pelo Administrador Geral do distrito de Ponta Delgada</p>
<ul>
<li><a href="#1839-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1839-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1839-sumario"></a>Sumário</p>
<p>A prática Romeiros de São Miguel foi proibida em 1839 pelo Administrador Geral do distrito de Ponta Delgada</p>
<p>O número considerável de abusos cometidos durante estas romarias parece ser a causa principal desta proibição. Existência de actos, durante as romarias, considerados como abusos e escândalo para com a Religião do Estado, originando perturbação de tranquilidade pública. Os infractores serão expostos e julgados pelo poder judicial. Neste contexto de uma época de regime liberal, importa sublinhar que não se trata aqui de uma proibição da autoridade religiosa, mas da autoridade administrativa. Designação e características das romarias : peregrinações tumultuárias que se costumam fazer nesta ilha em tempo da quaresma, de homens reunidos com o título de romeiros.</p>
<p><a name="1839-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>SUPICO, Francisco Maria. Romeiros e Romagens. In Escavações. Vol. I, Ponta Delgada : Instituto Cultural de Ponta Delgada, Coingra, Lda., 1995.  p. 58.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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		<title>1835-04-30</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romeiros de São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[1835-04-30 : proibição da prática Romeiros de São Miguel pelo Prefeito da Província Oriental dos Açores Sumário Bibliografia Sumário A prática Romeiros de São Miguel foi proibida em 1835 pelo Prefeito da Província Oriental dos Açores. O número considerável de &#8230; <a href="https://www.tradicoes-acorianas.com/1835-04-30/">Ler mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1835-04-30 : proibição da prática Romeiros de São Miguel pelo Prefeito da Província Oriental dos Açores</p>
<ul>
<li><a href="#1835-sumario">Sumário</a></li>
<li><a href="#1835-bibliografia">Bibliografia</a></li>
</ul>
<p><a name="1835-sumario"></a>Sumário</p>
<p>A prática Romeiros de São Miguel foi proibida em 1835 pelo Prefeito da Província Oriental dos Açores. O número considerável de abusos cometidos durante estas romarias parece ser a causa principal desta proibição.</p>
<p>Designação e características das romarias : peregrinações de romeiros pelos diversos pontos da ilha no tempo da quaresma.</p>
<p><a name="1835-bibliografia"></a>Bibliografia</p>
<p>SUPICO, Francisco Maria. Romeiros e Romagens. In Escavações. Vol. I, Ponta Delgada : Instituto Cultural de Ponta Delgada, Coingra, Lda., 1995.  p. 58.</p>
<p>Imagens / Texto</p>
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